Planejamento estratégico inovador
Nenhuma empresa ou organização
teve sucesso deixando que os competidores crescessem.
Você já sabe que precisa emplacar a inteligência competitiva no seu ambiente de
trabalho, saber o que o mercado pensa e sente em relação a tudo!!!
Existe um ditado que diz que
não se conquista sendo seguidor, e esse é um ditado importante quando se trata
de inovação.
A organização deve manter a atitude de questionamento, e é isso que separa o
inovador bem sucedido daquele que não será frustrado. Atitude de questionamento
é a chave para melhorar sempre.
Não existe algo como o produto ou uma idéia definitiva.
O pensamento corporativo deve seguir alguns estágios ou fases, como eu sugiro a seguir:
• uma fase de pesquisa global para o entendimento do ambiente;
• a fase do “por que não” (questionamento);
• o estágio do alcance da sabedoria percebida de um problema particular que define um conjunto específico de possíveis soluções; e
• a fase do “por quê” (conclusões).
A maioria das organizações atinge a fase do “por quê” muito prematuramente, aceitando a agenda estabelecida pelo líder do mercado ou pela percepção histórica do que é aceitável ou do que já é sucesso. Esse tipo de pensamento fará com que, obviamente, o líder de mercado determine a regra do jogo de forma contínua.
As empresas devem sempre se concentrar em não seguir a multidão, desenvolvendo produtos, abordagens e clientes normalmente não oferecidos pelo mercado. Novidades e novos conceitos sacrificam a velocidade de reação de algumas organizações, mas fazem a diferença se aplicados permanentemente também nas pequenas decisões.
Uma insistência em novas
abordagens deve ser estendida aos velhos conceitos e produtos — para garantir
que as rotas do presente e do futuro não sejam ignoradas. Isso enfatizará o
papel do empreendedor no lugar do executivo que simplesmente reage frente a
novas situações. Vale a pena ressaltar que ser o primeiro significa surpreender.
E a surpresa é a essência da maioria dos ataques de sucesso.
Pense no benefício do cliente.
O que o cliente quer?
Qual é o real benefício que uma
empresa pode ter se decide andar pelo caminho de novos produtos e serviços
(diferentes da prática)?
Os benefícios oferecidos ao cliente são percebidos por ele como efetivos e
reais?
Lembre-se de fazer-se percebido
pelo cliente. Mudanças conceituais podem ficar despercebidas e serem, portanto,
inúteis!!!
No final de tudo, é apenas a percepção do cliente que determina que algo é novo
e o que o faz ser de fato novo.
Isso que fiz em determinado momento no meu produto ou serviço é claro?
É obvio?
Todo mundo percebe?
A identificação, na fase do planejamento, daquilo que será demandado no futuro faz com que os investimentos em inovação sejam reduzidos no seu desenvolvimento, e fiquem mais de acordo com a estratégia da empresa. Isso também estabelece e seleciona os produtos com maior retorno comercial e os mais adequados.
Planejar muito antes, para depois desenvolver e executar pouco, é a chave do sucesso para qualquer tipo de negócio!!! Planejar muito e executar pouco é o segredo das empresas de ponta e dos países desenvolvidos.
Planejar pouco e executar muito é típico de improvisadores.
Do livro: Laboratório de Marketing, de Carlos Eduardo Lemos, Mário Kempenich, Max Gehringer, Paulo Salvador e Percival Caropreso
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